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"AFRÂNIO: MANIFESTANTES DAS CIDADES DE AFRÂNIO e DORMENTES INTERDITAM A BR-407"

O consumo de água tem sido controlado, as pias estão repletas de pratos sujos e nos cestos se acumulam roupas para lavar. Esta é a situação dos moradores das cidades de Afrânio e Dormentes, no Sertão pernambucano. Os dois municípios estão sem abastecimento de água há mais de uma semana, o que obriga as famílias a comprar água para o consumo.

Para reivindicar melhorias, os moradores interromperam o trânsito da rodovia BR-407 no último sábado (8). Além disso, foram às ruas com cartazes, e fizeram muito barulho para chamar atenção da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), empresa responsável pelo abastecimento da água no estado.

O comerciante da cidade de Afrânio, Cícero Francinaldo da Silva, ressalta que a situação é crítica, pois a Compesa chega a ficar 20 dias sem liberar água. “Eles dizem que a bomba está quebrada e que estão resolvendo. Há mais de dois meses é essa conversa. Aqui em Afrânio estamos pagando R$10 em um tambor de 200 litros de água e R$ 7 no balde de água mineral com 20 litros. A despesa no final do mês passa de 200 reais”, afirma Cícero.

O morador de Dormentes-PE, Josiel Macário dos Santos, relata que faz oito dias que não tem água nas torneiras de casa. Por esse motivo, ele está precisando comprar água para cozinhar e lavar os pratos. “Minha pia está cheia de pratos sujos. Comprei um tonel de água que custou 3 reais. A água ainda vem com sujeira e é barrenta”, conta.

A aposentada Francisca Antônia de Souza apresenta ainda outro problema, as contas que mesmo com a interrupção no fornecimento do recurso, não param de chegar.  “Chegou uma conta de 75 reais. Eu vou ter que deixar de comer para pagar. Eu acho injusto pagar sem estar recebendo essa água”, enfatiza.

A assessoria da Compesa informou através de nota que aconteceram estouramentos sucessivos na adutora Maria Coelho o que prejudicou o abastecimento das cidades de Dormentes e Afrânio e localidades circunvizinhas. Segundo a nota, a cada estouramento, a água leva mais tempo para chegar com pressão às torneiras dos moradores, situação que afeta também o calendário de rodízio de abastecimento.

De acordo com a Compesa, a previsão é de que até o final do mês de fevereiro a distribuição ocorra dentro da normalidade, obedecendo ao calendário de abastecimento estabelecido.

Para assistir a reportagem completa feito pela TV Grande Rio, clique aqui.

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FONTE: Juliane Peixinho do G1
Imagens: Blog do Bruno Brito (retiradas do Blog do Banana "clique aqui")
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