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"JULGAMENTO DE CASAL NARDONI COMEÇOU HOJE EM SÃO PAULO"



O julgamento de Alexandre Jatobá e Anna Carolina Nardoni, acusados de matar a menina Isabella Nardoni, de 5 anos, começou na tarde desta segunda-feira e durar quatro ou cinco dias ao todo. Eles são acusados de homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima. Eles alegam inocência.

No início, será feito o sorteio do conselho de sete jurados entre um grupo de 40 pessoas pré-selecionadas pela Justiça. A defesa e a acusação podem rejeitar três nomes cada. O tribunal terá acesso restrito a 77 pessoas, 20 delas profissionais de imprensa que irão fazer a cobertura do julgamento.

Depois deste processo, serão ouvidas as testemunhas. Primeiro as de acusação (seis) e depois as da defesa (20) - três deles coincidem com as de acusação, daí o total de 23. A maioria é formada por policiais, peritos e médicos que aturam no caso. Por fim, os réus serão interrogados.

Concluída a fase dos depoimentos, será a vez dos debates entre a acusação e a defesa. Cada um terá o direito de falar por duas horas e meia. Terminado o debate, os jurados serão questionados pelo juiz se têm condição de julgar o caso e se querem alguma explicação. Se o júri responder que sim, todos passarão à sala secreta e decidirão o destino do casal.

Em caso de condenação, dificilmente os réus terão o direito de recorrer em liberdade. Se forem absolvidos, o juiz Maurício Fossen terá de emitir um alvará de soltura ao término da sessão.

Defesa - O criminalista do casal Nardoni, Roberto Podval, tem certeza de que será impossível obter para seus clientes, diante do clima que cerca esse caso, um julgamento "justo, correto e honesto".

Podval terá ao seu lado uma assistente técnica, cuja função será rebater os laudos, que se transformaram na peça principal da acusação. É com base em seu trabalho que Podval pretende levar nabos, cenouras, bananas e produtos de limpeza ao tribunal para demonstrar que a luz usada pelos peritos para procurar vestígios de sangue é capaz de produzir falsos positivos.

O criminalista também vai insistir para que a defesa tenha o direito de apresentar uma reconstituição do crime segundo a versão do casal, a de que um estranho invadiu o prédio na noite do crime. Quem vai decidir se atende ou não aos pedidos da defesa será o juiz.

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